domingo, 21 de fevereiro de 2010

Gestão pública do ex-governador Garotinho e o desenvolvimento economico Norte Fluminense.

Sou Luisa Penelope Maranhão,brasileira,solteira,carioca,com formação técnico -científica nas áreas de Ciencias Humanas, Ciencias Jurídicas e Sociais,e minha abordagem tem interesse em compreender causas e não os efeitos na relação e interface entre a economia nacional utilizando temas variativos.
The Economist, define:" Se os economistas desejam ser compreendidos ,que usem palavras simples...que dirijam esas palavrs menos para os políticos e mais para as pessoas comuns.Os políticos se importam com o que os eleitores pensam,especialmente os eleitores em bloco,e não ligam a mínima para o que os economistas pensam.Por isso,é perda de tempo falar sobre economia ccom os politicos.A única maneira de fazer os governos se comportarem como se fossem economicamente alfabetizados é confrontá-los com eleitorados que o sejam.
Cito, os valores das riquezas do PRÉ-SAL. Na costa leste brasileira, temos de Santa Catarina até o Espirito Santo, 800km de extensão por até 200km de largura. São 149Km2 de área, abaixo de uma lâmina d'água de 2 mil metros, numa profundidade de até 7 mil metros.As descobertas na área do Pré-Sal variam de 80 bilhões à 200 bilhões de barris de petróleo de gás natural;Com o Pré-Sal, o país passará a ocupar entre o 2º e o 5º lugar entre os países com maiores reservas de petróleo. Atualmente o Brasil oculpa 13º lugar na lista dos maiores produtores.A reserva mundial terá aumento de 6% à 14%.Fantástico,não! - NAO. O que interessa ao bem comum da sociedade brasileira, não têem sido objeto de luta nem de defesa pela maioria dos representantes públicos.Ao invés de defenderem por exemplo a soberania nacional e o interesse do Povo Brasileiro, caminham em direção oposta conforme noticiado diariamente pela imprensa. Á exceção foi um grito por um parlamentar que através de seu partido buscaram assegurar interesse social fundamentado na Constituição Federativa da República do Brasil.
Segundo Dergei Dillon Soares/IPEA-veja Índice de Gini-que mede a desigualdade de renda no trabalho ,e,convenhamos, trabalho é sinonímia de riqueza,1/3,deveu-se as políticas de proteção social;1/3 em melhorias na educação.Ocorre que , segundo o pesquisador :"Os pobres não estão suficientemente ricos para sustentar uma economia com o seu consumo " e consequentemente encaminha uma sugestão: I-Programas de transferencia de renda;II- Mudanças Tributárias e, por fim,III-Reforma agrária.
Um dado importante e economico que não posso deixar de publicar, trata sobre a afirmativa editada pelo IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas /Produto Interno Bruto dos Municípios -2003-2006)que, salienta a economia do Estado do Rio de Janeiro,com o desenvolvimento econômico do Norte Fluminense, diminuindo em sua dependencia da capital.No início da série, a capital representava 53,1%e, e, 2006,passou contribuir com 46,5% da economia estadual, ou seja , foram modificadas a realidade dos setores de atividades economicas. I- Áreas como agropecuária, compondo(agricultura,silvicultura , exploração florestal,pecuária e pesca)industria extrativa; II-petróleo (quantidade produzida de barris,valor das saidas de mercadorias da extrativa mineral); III-Serviços transporte terrestre (rodoviário e ferroviário) E o que isso quer dizer numa linguagem popular?Que num passado recente , políticas públicas e economicas foram aplicadas/investidas/implantadas e, consequentemente puderam hoje representar um ganho economico e social para o Estado do Rio de Janeiro.A exemplo,cito:
I-A recuperação da Industria Naval no Rio de Janeiro com a reabertura dos estaleiros no ano de 2000 após uma gravíssima crise que fechou as portas desempregando milhares de pessoas e por coragem, espírito publico e ousadia, reabriram estaleiros como o Bras Fels de Angra dos Reis. o estaleiro Mauá /Jurong de Niterói.
Gestores públicos, homens como o ex-governador Senhor Anthony Garotinho como exemplo, é o que o povo carioca fluminense precisa .